Tragédia de um lado, tragédia do outro

Haddad entra na disputa presidencial exaltando o período petista, que há 16 anos vem produzindo escândalos e um verdadeiro desastre para a economia. Do outro lado, aparece Bolsonaro, absolutamente despreparado e desumano. Nós temos três semanas para viabilizar uma opção melhor para o país.

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One comment

  • Alberto Mac Dowell de Figueiredo 17 setembro, 2018   Reply →

    Não. O que o povo acha do Lula com base no que foi feito está correto. Se foi feito porque tinha mais recursos, sorte dele. Não é essa a questão. Por exemplo, se tem um aumento de salários as pessoas ficam contentes. Porém se esse aumento não poderia ser dado e vai custar caro com inflação, pelo endividamento público ou piora dos serviços públicos por falta de recursos, as pessoas simples que só veem o imediato não percebem. Quem tem de protestar e explicar isso para o povão é a oposição, que não o faz por falta de competência ou ignorância.
    Todos os erros devido ao populismo do Lula que resultaram na crise 2014 já vinham sendo apontados desde 2010, só que o PSDB é muito fraco e não entende disso ou pensa que oposição é fazer fuxico ou denunciar roubos. Se fosse o contrário, o PT na oposição teria criticado durante todo o governo e como não teriam perdido em 2014. São muito mais competentes.
    O problema deles é o anacronismo ideológico e não falta de competência.
    Há quanto tempo vem sendo destruindo o PSDB, que se tornou um partido parlamentar longe da base, dos Geraldos, Serras, Zé Anibals e Goldmans da vida, septuagenários sem noção de tempo, que lembram do partido apenas em época de eleições. Jamais pretenderam formar sucessores, apenas mirando o próprio umbigo. Aquele PSDB que ajudamos a fundar, com reuniões temáticas para tirar posições, discutidas regional, estadual e nacionalmente acabou.
    O PT tem a Unicamp com eles, faz reuniões da bancada com a base discutindo temas e indo para a rua sabendo o que dizer e fazer. O PSDB tem a USP e a PUC Rio e não faz nada e nem se preocupa.
    O Geraldo é candidato de si mesmo desde sempre e se impôs achando que tinha direito divino. Como das outras vezes, não foi um processo aberto de formação de consensos plural e com outros eventuais postulantes. Além disso, teve 4 anos para visitar o Brasil, que não conhece, para se tornar conhecido, mas achou que bastava ser governador de SP para ganhar. Não entende o país e suas idiossincrasias e está aí o resultado. Não tem a menor ideia do que nos outros estados se tem contra SP. Isso é histórico e tem de ser rompido com muita conversa. Sei por experiência própria de quem conhece o Brasil do Pará ao Paraná, coisa que vcs em SP não fazem ideia. Veja o caso do Ciro, que faz 3 anos viaja o país inteiro fazendo debatas em universidades, instituições de classe e emissoras. Com uma estrutura muito fraca tem hoje 50% a mais que o Geraldo, principalmente junto aos mais jovens. Não entenderam nada vocês que precisam perguntar o que é ser novo.
    Ser novo começa pela palavra participação. Não é buscar a renovação em oportunistas sem qualquer vivencia partidária, marqueteiros de si próprio. Tampouco, se fechar em copas, se achando doutos, desprezando a moçada de 30/40 anos que deplora o que está aí.
    Agora não adianta chorar o leite derramado. Se acabou, Inês é morta.
    Sds
    Alberto Mac Dowell de Figueiredo

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