6 comments

  • Dr. Alberto Goldman, sabemos que o senhor escreveu a história do PSDB, especialmente no Estado de São Paulo, lutando pela mantença da Justiça Social. Ingressei na política em 1993 e desde então acompanho suas ensinanças no campo da ética e da moralidade, sendo honrado com sua visita a Guaratinguetá por algumas vezes, inclusive na Prefeitura Municipal na ocasião em que eu lá estava como Alcaide. Tenho certeza que o senhor, em exercício na presidência do PSDB nacional, trará a unidade que o partido sempre apregoou. Grande abraço. Francisco Carlos (Prefeito 1997 a 2000, 2001 a 2004, 2013 a 2016).

    • Alberto Goldman 16 novembro, 2017   Reply →

      Francisco Carlos, obrigado pelas palavras gentis e incentivadoras.

      abs

  • Valtércio Gomes da Nóbrega 13 novembro, 2017   Reply →

    Parabéns Dr. Alberto Goldmam, seu discurso ontem só corrobora com o seu espirito combativo,patriótico e livre das amarras de grupelhos que só querem se locupletar, não pensando nem no País, quanto mais no partido.

  • Alberto Figueiredo 13 novembro, 2017   Reply →

    O PSDB jamais ganhará eleições se não voltar às suas origens. A chamada unidade que busca misturar o ideal original ao fisiologismo levará a perda total de respeito do eleitor, que espera um partido autentico e não uma maçaroca amorfa oportunista. Tem que por como opção aos militantes o ideário e um programa decente e moderno de país. Aqueles que optarem por eles estarão de um lado. Os que insistem na geleia total que fiquem do outro, pois não há qualidade possível nesse tipo de mistura, caminhando fatalmente à derrota.

  • Renata 18 novembro, 2017   Reply →

    Sr. Goldman, com certeza soube do trabalho da estudiosa da FGV: depois de quase 1/4 de século no governo do Estado, ministério público e executivo viraram quase uma coisa só, o primeiro submetido ao segundo, e o legislativo não aparece para a população, parece que não existe. Espero que reflitam sobre isso. Chegamos a trocar ideias no passado, aqui em seu blog, quando eu dizia em 2014 que era importante estabelecer o PSDB como um partido de centro, com uma proposta para o país real que fosse além do Consenso de Washington e de privatizar, porque o espaço do centro estava ficando vago, abrindo muito espaço à direita. Mais tarde, sugeri que o PSDB aproveitasse a crise econômica e política de 2015 para se fortalecer como partido político na acepção da palavra e se aproximar do povo, não só em eleição. Depois que Aécio quis ser diplomado no lugar da Dilma, questionar a lisura das urnas e mandar auditar para não achar nada, do impeachment, da participação no horrível e humilhante governo Temer e também da humilhação para a cidade de São Paulo, tão complicada e imensa, de ter Doria como prefeito, achei que não tinha mais jeito. Agora temos um Bolsonaro à direita e um PSDB rachado, sem nenhuma proposta para a típica realidade brasileira. Entretanto, continuo achando que faz muito mal à democracia não haver um PSDB com um programa que fale de perto aos brasileiros, para que o partido tenha mais chance em eleição majoritária e não precise apoiar outro golpe parlamentar. (Agora não estamos mais numa democracia, estamos obviamente num país sem lei, com um STF que decide o que quer, pondo até ensino religioso em escola pública de estado laico e assumindo o lugar de educadores ao achar bacana para jovens em formação escrever corretamente uma redação que pregue tortura ou pedofilia ou pena de morte, coisas proibidas no país devido a avanços civilizatórios; além de métodos na lava a jato para lá de questionáveis). O PSDB, fazendo jus ao seu nome “social-democrata” deveria lutar pela volta da democracia e do estado de direito – para isso, tem que parar de apoiar reformas que fazem tanto mal ao povo. O povão pode não saber, mas o PSDB sabe com certeza que a terceirização, depois de vinte anos, está proibida na Rússia e sabe que a reforma laboral na Espanha, tão poucos anos depois, está sendo discutida pela precarização geral do trabalho e da não contribuição para a produtividade. Desculpa, mas acho que está na hora do PSDB parar de só defender as pautas da elite.

  • Renata 18 novembro, 2017   Reply →

    Só mais uma coisa, sr. Goldman – não adianta um partido político se contrapor diametralmente ao que deseja a população que pretende representar, a menos que não queira representá-la ou que pretenda o poder mantendo-o à força ou com artimanhas, não através de verdadeiros mecanismos democráticos. O povo pode ser manipulado por propaganda e marketing político, mas tem clareza do que quer e não é burro, como deu a entender uma vez o sociólogo Fernando Henrique Cardoso. Observe que apesar do poder da Globo, na hora da eleição majoritária o povo deu de ombros à emissora nas últimas quatro eleições. Estou dizendo isso por causa desse estudo, que nem sei se é bem feito, mas que acho que reflete o que o povo pensa, e o que o povo pensa, não combina muito com o que o PSDB pensa ou pelo menos como atua de fato.
    http://www.tijolaco.com.br/blog/o-brasileiro-e-mais-civilizado-que-suas-elites/

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