A verdade dói, mas não dá pra esconder. E aguentar mais 3 anos não dá!

No Valor da última quarta feira, o jornalista Cristiano Romero publica um artigo com o título “Uma breve história do desastre brasileiro”.

Romero diz que a mais plausível explicação para a profunda e longa crise pela qual o Brasil atravessa continua sendo a perda de credibilidade da política econômica e conclui que há uma coincidência perfeita entre as mudanças operadas na condução da política fiscal, monetária e cambial e a queda da taxa de investimento e do ritmo de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff.

Leia o artigo na íntegra (clique aqui) para ficar com a consciência tranquila quando se diz que a responsabilidade da presidente é indiscutível e que ela deve ser afastada do cargo.  O que ela fez é crime de responsabilidade e é suficiente para o impeachment, independentemente das pedaladas que dão respaldo jurídico ao pedido de afastamento.

Ela não roubou, também quero crer, mas fez pior.

Outra matéria de interesse é o artigo de José Pastore, no Correio Braziliense também de quarta, com o título “O emprego em 2016” (clique aqui para ler na íntegra) em que se expõe, infelizmente com pessimismo realista, o quadro do emprego no Brasil.  Essa matéria só corrobora o artigo do jornalista do Valor e mostra o quanto esse governo petista vem fazendo de mal ao Brasil.

Não dá para esperar mais 3 anos.

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One comment

  • Lincolm 8 Janeiro, 2016   Reply →

    O gasto do dinheiro pelo governo com os movimentos sociais em troca de apoio e manifestações a seu favor.

    Veja quanto cada um recebeu do BNDES e da Petrobras. O PT de Lula, gasta o nosso dinheiro e quem paga a conta é você. Você talvez seja um dos que até não concorde com as posições defendidas por esses movimentos, mas seu dinheiro foi repassado para sustentar suas atuações nos últimos anos, dinheiro que veio principalmente do lucro da Petrobras, justamente por alguém que lá foi colocado para zelar e defende-la, não demonstrando o mínimo escrúpulo e preocupação com os seus atuais e seríssimos problemas financeiros – e do BNDES,( Banco que já recebe repasses do Tesouro maiores que seus lucros). Os principais mecanismos de patrocínio são a Lei de Incentivo à Cultura e os programas de apoio cultural das próprias estatais. Através deles, empresas públicas atualmente investigadas pela justiça, repassaram – e continuam repassando muitos milhões de reais para movimentos de esquerda, Mesmo assim, mostras culturais, congressos, fóruns e marchas de aliados ao governo recebem literalmente milhões de reais em repasses, além de palestras de políticos de alto escalão e figuras influentes do Partido dos Trabalhadores. Conheça alguns deles.

    1) INSTITUTO PAULO FREIRE – R$ 599.011,18 O Instituto que leva o nome do educador Paulo Freire, conhecido como “patrono da educação brasileira“, recebeu um patrocínio de R$ 80 mil em 2008 e mais R$ 519.011,18 da Petrobras entre 2011 e 2013 (números de contrato 4600332576 e 4600391985).
    2) SINDICATO DOS QUÍMICOS DO ABC – R$ 393.581,22 Em 2008, o Sindicato dos Químicos do ABC recebeu um patrocínio de R$ 100 mil de estatais para o lançamento do livro “Memória dos 70 anos: Sindicato dos Químicos do ABC”, em comemoração aos 70 anos de atuação do Sindicato.

    3) CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NA AGRICULTURA (MARCHA DAS MARGARIDAS) – R$ 845.000,00 35 mil mulheres chegaram em Brasília em marcha na última quarta-feira: eram as Margaridas, em sua maioria camponesas e sindicalistas, que pediam mais investimentos no campo, reforma agrária e a cabeça de Eduardo Cunha. Sim, literalmente. Sob elogios à Dilma, Lula e muito dinheiro público, as Margaridas se alojaram no Estádio Mané Garrincha e interditaram 4 faixas rumo ao Congresso. A manifestação teve apoio do MST e da CUT, movimentos que também constam na folha de patrocínios das estatais.

    4) MST = MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA – R$ 1.674.000,00 O MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra –, presidido por João Pedro Stédile, é um movimento rural que você certamente já ouviu falar inúmeras vezes. O que você provavelmente ainda não sabe é que a organização não possui representação legal. Apesar da longa atuação (o movimento existe desde a década de 1980), o MST não possui CNPJ, o que torna árdua a tarefa de identificar os repasses para eventos e atuações do grupo, que são feitas em nome de outras entidades, como sindicatos rurais e associações de assentamentos.

    5) CUNHÃ COLETIVO FEMINISTA – R$ 1.403.629,14 Em 2013, a Petrobras (contrato 4600426602) realizou um patrocínio ao Cunhã Coletivo Feminista no valor R$ 1,4 milhão. O movimento possui forte atuação política. Já saiu em defesa da Petrobras e tem lideranças envolvidas em diversos protestos públicos, como a Marcha das Vadias e a Marcha das Margaridas.

    6) CUT – R$ 2.346.133,00 A Central Única dos Trabalhadores, a CUT, é campeã em receber repasses de estatais. Só do BNDES e da Petrobras foram R$ 2,3 milhões desde 2007. Destes, R$ 496 mil foram captados através da Lei Rouanet, pagos integralmente pela Petrobras. O restante ficou dividido entre R$ 150 mil do BNDES em 2010 para o “1º de Maio Latino Americano da CUT” – que contou com a presença do ex-presidente Lula – e outros R$ 1,7 milhões em patrocínios diversos da Petrobras desde 2011.
    A CUT é histórica aliada do Partido dos Trabalhadores. Em fevereiro de 2015, a organização saiu às ruas em defesa da Petrobras “contra os interesses privatistas”. Apesar da organização ter se posicionado a favor do desarmamento no referendo de 2005, na última quinta-feira, seu presidente, Vagner Freitas (que é filiado ao PT), afirmou durante uma audiência com a presidente Dilma, sob os gritos de “Não vai ter golpe”.

    7) UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES (UNE) – R$ 910.000,02 Assim como a CUT, a UNE recebe polpudos patrocínios estatais – só pela Lei Rouanet (parte 1 e parte 2) já captou R$ 11.351.662,40, grande parte através do Fundo Nacional da Cultura ou de repasses do Tesouro. O BNDES (2007 e 2009) e a Petrobras (contratos 4600328715, 4600346795 e 4600323752 e projetos 067426 e 045612) são seus principais financiadores – juntos, desde 2007, já repassaram 910 mil para a entidade. As relações entre a petroleira e o movimento, aliás, são bem próximas: além de receber o apoio, a UNE esteve junto com a CUT nos protestos “em defesa da Petrobras”.

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